domingo, 13 de novembro de 2011

Hello Stranger.

Ontem, enquanto nossos corpos suavam juntos, e eu sentia seu peito quente em cima de mim, foi a maior sensação de amor da minha vida. Eu me senti mulher, mas era ainda, sua menina.
Ainda balança em mim o medo de te perder e hoje, enquanto eu passava o tempo sem você, tentando ocupar minha cabeça para não pensar só no nosso amor, eu achei Closer - Perto Demais, num canal da TV.
Chorei.
E chorei ainda mais quando veio aquela frase '' I don't love you Anymore '' meu coração ficou tão pequenininho que eu pensei que ia ter que levantar correndo e ir me esconder na cama dos meus pais, porque é isso que eu sempre faço quando o medo aperta e o coração dói além do que eu achava que entendia.
De repente, lembranças de ontem de noite, você me dizendo que aquele era o melhor momento da sua vida. 
A promessa de repetir isso todos os dias, estampada nos nossos olhos misturando amor e tesão.
E você me dizendo que é por nós. Minha vontade de te abraçar e não soltar nem daqui 50 anos.
Seu cheiro, seu gosto. Meu medo de ficar longe de você por um dia, de não ser mais a sua garota.
I can't my mind of you.
Eu nunca conseguirei.


Tem aquela cena também que a Alice pergunta porque o Dan ama Anna e ele responde :
- Porque ela não precisa de mim.

A cartada final. Ainda que o choro fosse inevitável, com isso ele iria cair. Precisar não é minha meta, não é meu desejo, sei que vivi 17 anos sem nem te conhecer, mas ainda assim, saber que você existe me dá a maior paz do mundo.

Por que o amor não é o suficiente ?

Eu gostaria de viver minha vida ao seu lado e que nosso amor fosse suficiente para ultrapassar qualquer barreira (eu sei, confio em você.) e que ao me olhar você não enxergasse  o poço de seus medos e meus passados  ou futuros que não quero viver. Me olhe e veja a sua mulher, a mesma que você viu ontem, deitada, inteira, nos teus braços e completamente e inquestionavelmente apaixonada por você.
Ainda que muitas vezes meus dengos ou medos ou vergonhas não me deixem mostrar : é do teu lado que me sinto segura, é você que eu quero amar.

Quanto ao filme, um ano atrás, eu o vi outra vez, pensando que o amor, como é pra ser, não existe mesmo (eu sei, Tati BERNARDI disse isso.) Mas dessa vez, meu namorado, meu futuro é você e é em você que eu confio para contrariar todos os preconceitos do mundo : O amor, como deveria ser, existe sim. O meu é você.
Não quero te fazer sentir dor nunca, mas quero que você saiba, que se isso acontecer, eu também amo em você, tudo o que dói.


Durma medo nosso.
Estou aqui, pra sempre.

Tua Menina.

Ao destino, deixo de aviso : Eu não sou mais a Alice.




3 comentários:

  1. Lindo desabafo, lindo texto, o filme é belo e esse sentimento retratado por você é deveras grandioso...

    Não dá pra guardar no peito mesmo.

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  2. Simplesmente expresse, experimente. ;)

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  3. AMO Clarice! Certamente tô seguindo!

    Clarice é um pouco mãe de todas nós.

    Flor, tô seguindo!

    Se puderes passa no meu e segue:
    http://leilakruger.com.br

    Escrevo poemas, contos (tenho publicações em antologias) e tô lançando meu primeiro romance, "Reencontro", pela Editora Novo Século. Caso queiras conhecê-lo melhor, clica no hot site, que tem o primeiro capítulo, mais informações sobre o livro e a autora e como comprar, se desejares (tá em promoção na internet):

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    Uma ótima semana.
    Beijos!

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Se você tem medo do amor, você tem coragem do quê ?